Prateleira. Ed. 112

A história do crescimento de Curitiba pela lente de Stocchero

Esquinas das ruas Ébano Pereira e 15 de novembro na década de 1960. Foto: Synval Stocchero. Coleção Synval Stocchero. Acervo: DPC/FCC

Cento e vinte imagens fundamentais para compreender a expansão urbana de Curitiba a partir de meados da década de 50 do século passado. São fotos captadas por Synval Stocchero de 1940 até 2007, poucos meses antes de seu falecimento, que agora são reunidas numa exposição organizada pela diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. O trabalho do Patrimônio Cultural começou em 2009 com os originais deixados pelo fotógrafo que foram disponibilizados por sua família. Integrado ao acervo da Fundação Cultural de Curitiba, a Coleção Synval Stocchero, hoje composta por aproximadamente 400 imagens, enriquece o patrimônio formado por importantes coleções já preservadas. "Com ações como essa, a Fundação Cultural reafirma seu compromisso com a difusão do patrimônio cultural da cidade e traz à apreciação pública, material inédito de um legado que, certamente, promete ainda muitas descobertas", afirma a pesquisadora Maria Luiza Baracho. Entrada franca, até 02/03/2011, no Memorial de Curitiba.

Charges e caricaturas da Curitiba do início do século XX

A exposição “Factos da actualidade: Charges e caricaturas em Curitiba, 1900 – 1950” reúne 108 imagens distribuídas em dez painéis que mostram  os diversos temas discutidos na sociedade curitibana do período, os quais refletem a mentalidade da época (anticlericalismo, modernidade, política, condição da mulher, problemas de infraestrutura urbana). Entrada franca, até 26/03/2011, no espaço cultural Casa Romario Martins.

Corpo re-construção

O livro é resultado do trabalho de doutorado em Artes da londrinense Fernanda Magalhães. A artista, fotógrafa e professora universitária reúne na obra construções, desenhos, pinturas, fotos e textos que usou para desenvolver a sua tese. Assim fornece ao leitor uma leitura de intensidades, onde o dentro e fora não se diferenciam. A autora nos permite entrar na intimidade de um processo construído por fragmentos de memória, desejos e dúvidas em exercício ficcional e autobiográfico, despertando emoções e empatia e nos faz perceber que o segredo da artista é o de ser, um ser humano comum. Lançado em janeiro pela Travessa dos Editores.

Comunista de casaca

Friedrich Engels

Saiu a biografia de Friedrich Engels, o parceiro e provedor de Karl Marx. Engels escreveu a quatro mãos com Marx livros considerados fundamentais para o movimento comunista. Seus nomes se tornaram indissociáveis na literatura marxista.

O autor da biografia é Tristram Hunt, professor da Universidade de Londres e figura conhecida por seus programas de história na TV Britânica.

Ele mostra um Engels magnata vitoriano de origem alemã que gostava de prostitutas, bebia ótimos vinhos e vivia a vida louca em suas escapadas a Paris. O livro é “Comunista de Casaca”, editado pela Record, nas livrarias por R$ 59,90.

Eu passarinho

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Mário Quintana

A poesia de Mário Quintana voltou às livrarias. O verso marcado por um humor jovem e com tons biográficos. A editora Globo repõe três livros nas prateleiras: A Rua dos Cataventos, Canções e Sapato Florido.

São justamente os três primeiros livros de Quintana, que mostram um dado revelador de sua consciência poética, diz a pesquisadora Tania Franco Carvalhal, responsável pela organização.

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