Curtas. Ed. 145

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Bispo Franz-Peter Tebartz-van Elst. Foto: Divulgação

Bispo de luxo
O papa Francisco ordenou que o bispo alemão Franz-Peter Tebartz-van Elst, conhecido como “bispo do luxo”, deixe a diocese em que trabalha por um período indeterminado, informou o Vaticano.
A decisão, que representa quase uma demissão, foi tomada contra o bispo de Limburg dois dias após um encontro dele com o papa para discutir o escândalo na igreja da Alemanha pelas denúncias divulgadas na imprensa do país contra os gastos excessivos do bispo.

 

Tem coisa
O Tribunal de Contas do Estado encaminha ofício à URBS solicitando informações detalhadas sobre o lançamento de um edital para a contratação de auditoria independente a respeito da tarifa do transporte coletivo da capital. Segundo o presidente conselheiro Artagão de Mattos Leão, o órgão quer entender a necessidade da contratação, que estaria com um custo estimado em R$ 3 milhões, quando tanto a URBS quanto o Tribunal já realizaram auditorias a respeito da questão.

 

Boneco proibido
A Câmara encerrou a votação dos destaques da minirreforma eleitoral. A maior parte do texto foi mantida pelos deputados, que fizeram mudanças pontuais no texto, como proibir o uso de bonecos nas campanhas e limitar o número de fiscais nas zonas eleitorais durante a apuração dos votos. No entanto, deixaram trechos como a proibição da ridicularização de candidatos e barraram o uso de material em locais privados.

 

Chantageado
A declaração do deputado Elton Welter (PT), líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, de que recebeu ameaças para votar no então deputado Fabio Camargo para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas criou um clima muito ruim na Casa. Instado, Welter diz que se for convocado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), dará informações sobre as pressões que sofreu. “Eu vou ao CNJ, mas preciso ser convocado. Vou relatar as pressões que sofri, mas que não me rendi”, disse se referindo ao fato de ter votado no candidato Plauto Miró, principal concorrente de Camargo.

 

Grandeza
O Palácio do Planalto firmou dois contratos num total de R$ 6,4 milhões para realizar pesquisas de opinião pública que se estenderão até as vésperas da campanha eleitoral do ano que vem. Os acordos foram fechados em junho com o Ibope Inteligência e Virtú Análise e preveem sigilo por tempo indefinido dos resultados e dos temas abordados. Esses são os primeiros contratos com institutos de pesquisas celebrados desde 2010.

 

Concorrente do Ibope
Financiado por Record, SBT, Band e Rede TV, o instituto alemão GfK deve começar a medir audiência no Brasil em janeiro, ainda em fase de testes. Os primeiros relatórios consolidados, tidos como válidos, devem chegar ao mercado no começo do segundo semestre de 2014. Em análise há quase dois meses, os contratos entre as quatro redes e o GfK estão prestes a serem assinados. Faltam poucos detalhes. A base de domicílios que comporá a medição já está sendo montada.

 

Esquerda funcionária
A crítica do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao apego de petistas por cargos públicos foi entendida no PT como mais um recado para o partido renovar suas bandeiras e buscar o apoio de eleitores insatisfeitos com os rumos do País. A ideia é evitar que potenciais adversários da presidente Dilma Rousseff possam emergir como representantes dos manifestantes que desde junho tomam as ruas das maiores cidades brasileiras. As declarações, no entanto, acabaram provocando uma cizânia entre as correntes do PT que disputarão a eleição interna em novembro.

 

Mesmo tamanho
O Senado aprovou projeto que mantém o tamanho das atuais bancadas estaduais na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas para as eleições de 2014. A proposta cancela a resolução do TSE, aprovada em abril, que recalculou o tamanho das bancadas com base no número de habitantes de cada Estado, de acordo com o censo de 2010 do IBGE. Pelo TSE, o Paraná, que tem 30 deputados federais, perderia uma cadeira e o mesmo aconteceria na Assembleia Legislativa, que passaria de 54 para 53 deputados. Com a decisão do Senado, o Paraná continua com 30 deputados em Brasília e 54 deputados em Curitiba.

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