Maylin Ling

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A história da arquiteta Maylin Ling é fascinante. Mostra como as influências cediças são importantes para moldar um talento e transformá-lo em grande criador/realizador.
Maylin cresceu em um ambiente que transpirava arte.
O tio escultor a incentivou ao desenho desde que era criança. A mãe, a estilista Olga Ling, refinou-lhe o gosto. Maylin a ajudava a criar coleções de vestidos habillés e a acompanhava em feiras fashions de São Paulo e Rio para a compra de novas coleções.
O pai, apaixonado por arquitetura, desenvolveu um de seus interesses que se transformaria em profissão.

Maylin, apaixonada pelo desenho, pelas artes, muito cedo passou a estudar nos ateliers de pintores como Suzana Lobo, Jair Mendes, Alberto Massuda e Fernando Ikoma.
Fez arquitetura na PUC-Curitiba. Ao mesmo tempo cursou pintura e escultura na Escola de Belas Artes do Paraná.
Morou em Londres, sua base para conhecer o trabalho dos grandes arquitetos internacionais.
Abriu seu escritório de arquitetura e assina projetos fantásticos de casas, redes de supermercado, clínicas, hotéis e de indústrias como Audi, Ford, New Holland.
Isso não é tudo na carreira dessa descendente de chinês e italiana.
Trabalhou no escritório dos arquitetos Botti e Rubin em São Paulo, como chefe de equipe durante dois anos.

Participou do BAG, Brasilian Architect Group, grupo de arquitetos voltado para a captação de projetos no exterior. Fez dezenas de viagens para a China, Turquia, Portugal, Chile e outros países, oferecendo projetos de arquitetura em várias áreas.
Essa experiência abriu portas para seu escritório desenvolver projetos na China, Taiwan, Chile e Angola. E com a convicção de que todo arquiteto deve desenhar uma cadeira, participou do concurso de design da Dupont, onde foi premiada com a cadeira “Fundo do Coração”.

Foto: Dico Kremer

Foto: Dico Kremer

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