Frases. Ed. 148

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Jaime Lerner. Foto: Daniel Katz

“A única coisa que não faltava no Brasil para a Copa do Mundo eram estádios. São Paulo tem Morumbi, Pacaembu e construíram um terceiro não sei para quê. O Brasil investiu quase R$ 10 bilhões em coisas totalmente desnecessárias, num servilismo à Fifa. E o grande problema do Brasil é logística aérea e a mobilidade urbana. Isso que precisava melhorar para a Copa.”

Do ex-governador Jaime Lerner.

 

“Nem todos podemos ser bonitos.”

Escreveu sobre Dilma o responsável pelo perfil no Instagram da rede de hotéis Thema, que controla o restaurante Eleven, onde a presidente jantou em Lisboa.

 

“A que vem Gleisi como candidata ao governo do Paraná? Na Casa Civil não foi bem. Brigou até com os índios.”
Do senador Roberto Requião, do PMDB-PR.

 

“Eu escolho o restaurante que for porque eu pago a minha conta. Não há a menor condição de eu usar o cartão corporativo e misturar o que é consumo privado e público.”
Dilma Rousseff, sobre jantar da comitiva presidencial em um dos restaurantes mais caros de Lisboa.

 

“Foi muy bueno.”

Dilma Rousseff, em entrevista coletiva em Havana, sobre o encontro com Fidel Castro, mostrando que o portunhol é menos incompreensível que o dilmês.

 

“A disputa será muito difícil. Não temos expectativa de vencer no 1º turno.”
Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência e caixa-preta do PT.

 

“Esses meninos frequentemente vão ao shopping, mas em números pequenos. Agora, eles se reuniram em um grande número e estão chamando a atenção. São acontecimentos sociais espontâneos e que a gente não pode moralizar.”
Caetano Veloso, cantor e compositor, que já participou de fenômenos socioculturais, analisando o acontecimento dos “rolezinhos”.

 

“Foi sinal do Mandela, do ex-presidente Lula, do Sócrates quando fazia seus gols, dos Panteras Negras, é na verdade um sinal da resistência.”
André Vargas, deputado do PT-PR, sobre o polêmico gesto feito por José Genoino e José Dirceu realizado ao lado de Joaquim Barbosa, presidente do STF.

 

“Essas pessoas não foram julgadas pelo seu passado, mas por suas atitudes no presente. Foram julgadas, condenadas e presas. As campanhas que as famílias estão fazendo, se estiverem dentro da lei, tudo bem. Eu não participo e acho que não pode ser uma orientação partidária fazer isso.”
De Olívio Dutra, fundador do PT, ex-deputado, ex-prefeito de Porto Alegre, ex-governador gaúcho e ex-ministro de Lula, sobre os condenados no escândalo do Mensalão.

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