Curtas. Ed. 149

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Zezé Motta. Foto: Divulgação

 

Zezé Motta aos 70
Vem aí uma homenagem merecida a Zezé Motta, a atriz, que faz 70 anos em junho deste ano. O diretor Luiz Antônio Pillar prepara o espetáculo “Muito prazer, Zezé”, inspirado na biografia homônima, de Rodrigo Murat.

 

Estilo hard
Se Gleisi Hoffmann (PT-PR) era considerada uma ministra discreta e que fugia dos holofotes – muito por ordem da presidente Dilma Rousseff –, como senadora a atuação dela tem dado o que falar. Em um mês na Casa, Gleisi assumiu um estilo de parlamentar agressiva, seja com a oposição, seja com a base rebelada.
Em pré-campanha, a candidata do PT ao governo do Paraná tem investido também na imagem pessoal. Passou a cuidar do visual e da vida particular, que andavam em segundo plano na intensa agenda de ministra. Maquiar-se no carro em movimento ou almoçar quentinhas são coisas que ficaram para trás.
Beto desde criancinha
O senador Alvaro Dias está em campanha e não deixa dúvidas sobre suas posições. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher palestrou em Santa Helena para 3 mil mulheres. Levou um abraço a todas do governador Beto Richa, o seu candidato a governador. Independente do futuro do irmão Osmar, que está na base de apoio de Gleisi Hoffmann.

 

Cena brasileira
Prostitutas de Copacabana estão fazendo aula de inglês, em plena Avenida Prado Júnior.
Na tarde de sábado passado, uma roda de moças conjugava o verbo “to be”, acompanhada de um professor.

 

Faz-me rir
Um notório empresário, que se dá à política nativa em doações de campanha para sempre estar perto do rei, voltou a usar a oração do poverello de Assis, “é dando que se recebe”, para caracterizar o encontro do ex-presidente Lula com uma parcela do PIB nativo, na casa do empresário Flavio Martinez. A grande indagação dos empresários não tem cunho político ou ideológico. Como diz o mesmo empresário em toda a sua desfaçatez, Lula terá que contar como virá o “faz-me rir” para receber apoios para a candidatura de Gleisi Hoffmann ao governo pelo PT.

 

Prata da casa
Enfim, o governador Beto Richa escolheu em seu próprio time substitutos para secretários que saem, e, no entender dos observadores mais experimentados da cena política nativa, o fez com enormes vantagens.
O novo secretário de Segurança Pública é o médico e diretor da Polícia Científica, Leon Grupenmacher (foto). Foi ele que pôs ordem no IML e renovou equipamentos e procedimentos. É homem respeitadíssimo em sua profissão de médico oftalmologista, mas também respeitado como modernizador da atividade policial, defensor que é da mais moderna tecnologia no setor.
Para o lugar de Jozélia Nogueira, que sai da Secretaria da Fazenda por motivos pessoais de saúde e também por sua inflexibilidade no tratamento das questões financeiras do Estado, Luiz Eduardo Sebastiani, nome que o governador Beto Richa carrega na algibeira desde sempre. É da maior confiança de Richa.

 

Maluf e o dano moral
Paulo Maluf sofreu nova derrota na ação que move contra Nicéia Camargo, ex-mulher de Celso Pitta. Ela disse ao MP de São Paulo (lembra?) que ele recebia propina de empreiteiras. Para o TJ paulista, Nicéia não causou dano moral a Maluf.
Maluf quis, então, que o STJ julgasse seu recurso sobre o caso. Mas o ministro Raúl Araújo, do STJ, negou.

 

Pena superfaturada
José Borba, ex-deputado condenado no processo do Mensalão, foi advertido pela Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas do TJDF por supostamente superfaturar o preço dos produtos que precisa destinar, mensalmente, a entidades sociais como cumprimento da pena alternativa.
Na prestação de contas da pena, as notas fiscais apresentaram produtos com valores bem superiores aos de mercado. A unidade da cesta básica, com um preço estimado entre R$ 30 e R$ 40, custou, de acordo com as notas, R$ 80.

 

Na folia
Com um mês à frente do Ministério da Saúde, Arthur Chioro levou sua mulher, Roseli Regis dos Reis, no avião da FAB, para o carnaval em três capitais: Recife, Salvador e Rio de Janeiro.
“Fiz uma maratona de quatro dias a serviço do Ministério em prol da prevenção da Aids, percorrendo os maiores carnavais do país”, justificou Chioro.
O decreto 4.244/2002, que disciplina o uso de aviões da FAB por autoridades, diz que os jatos podem ser requisitados quando houver “motivo de segurança e emergência médica, em viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente”.

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