Tropeços e trapaças

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Cinco medidas adotadas por Dilma Rousseff que penalizam o cidadão

 

Pois, pois, tudo o que Dilma, Lula e o PT diziam que Aécio Neves faria contra a economia popular, o governo petista faz agora depois de vencer a eleição. Tropeçamos nas urnas e teremos de aguentar as trapaças da tigrada que não larga o osso.
A conta de luz começou o ano com o valor 8,3% mais alto, informou a Aneel, agência reguladora do setor. A partir do dia 1º, os clientes das distribuidoras de energia elétrica vão pagar mais R$ 3 a cada 100 kilowatts-hora consumidos. O consumo médio de uma casa com quatro pessoas é de 170 KWh/mês. Nesse caso, a fatura da conta de energia, em média de R$ 60, subirá para cerca de R$ 65. A alta vale para todo o país em janeiro, exceto Amazonas, Amapá e Roraima, Estados abastecidos por sistemas elétricos isolados.
Como se vê, o novo governo do PT, ao contrário de novas ideias como nos prometeu em campanha, nos impõe a velha fórmula do aumento do custo de vida e da inflação. Aqui vão cinco medidas adotadas por Dilma Rousseff e anotadas por Gabriel Garcia que penalizam brasileiros e brasileiras. Isso acontece enquanto Dilma mantém o discurso de proteção aos menos favorecidos.

 

1

Sobe a conta de luz
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu que, em janeiro de 2015, todos os consumidores de energia ligados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) pagarão R$ 3 a mais para cada 100 KWh (kilowatts-hora) consumidos. Trata-se de acréscimo de 8,3%, referente à implantação do sistema de bandeiras tarifárias, cuja cor definida em janeiro é a vermelha.

 

2

Inflação no limite máximo
A inflação oficial do país mais que dobrou entre novembro e dezembro, subindo de 0,38% para 0,79%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, o indicador fecha o ano com alta de 6,46% ao ano, dentro do limite máximo da meta do governo. A meta de inflação é de 4,5%, com tolerância de dois pontos para mais ou para menos. O teto da meta é de 6,5%. Para 2015, no entanto, a estimativa subiu de 6,50% para 6,54%. A inflação penaliza, sobretudo, o mais pobre.

 

3

Banco Central aumenta os juros
Em 3 de dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central subiu a taxa de juros de 11,25% para 11,75% ao ano. Trata-se da maior taxa desde agosto de 2011. De acordo com o mercado, o aumento da taxa básica de juros do Brasil é o amargo remédio empregado pelo Banco Central para segurar a inflação.

 

4

Taxa extra para quem consumir mais água
Em meio à maior crise hídrica da história, o Estado de São Paulo cobrará taxa extra para o consumidor que ampliar o consumo de água. A base de comparação para aplicação da sobretaxa será a média de consumo de água verificada entre fevereiro de 2013 e janeiro de 2014. Quem aumentar em 20% o consumo em relação à média desse período pagará 20% a mais na conta. Se o aumento for superior a 20%, a sobretaxa será de 50%.

 

5

Alta na tarifa do transporte coletivo
Em Curitiba, Gustavo Fruet, aliado do PT nativo, obedece as regras de Dilma, deu aumento em dezembro e anuncia nova alta para agora. Em São Paulo, maior concentração populacional do país, estima-se que o preço da passagem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e Metrô poderá ser entre R$ 3,40 e R$ 3,50. As viagens nos ônibus urbanos na capital, que são de responsabilidade da Prefeitura, também poderão custar algo perto desse valor.
Querem mais? É só aguardar. Com o PT no governo não vai ser mole não.

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