Nas duas pontas da linha

Ele é cientista.
Um cientista maluco que acredita na educação, na arte, nas belezas e diversão para melhorar a vida, dele e dos outros.
Um cientista sério, doutor em Ciências Morfológicas pela UFRJ, professor, coordenador de projetos, diretor técnico-científico da Excellion (Amil/UnitedHealth) e tantas outras coisas que se fossem enfileiradas aqui, o texto viraria um descritivo Lattes.

Alex Balduíno olha para o microscópio para enxergar o mundo e é no micro que pensa o macro. Tem vontades de transformar realidades, tem objetivos de profilaxia, tem coragem para novos projetos.

Envolvido em ações educacionais, quer ver a ciência fluente em cada um, mas não em questionários ruidosos, mas no cotidiano simples, no entender da vida, no desenvolver das pessoas. Por isso escreve para crianças, pesquisa com adultos, inventa formas para estudantes se apropriarem do que sabe, dá aulas no mestrado, viaja para Disney, conversa com importantes instituições.

Alex se desdobra entre os dois extremos da linha: de um lado a escola, a alfabetização, os primeiros passos, e do outro a tecnologia de ponta para a descoberta de tratamentos dos males do presente.

Falta um pedaço de tempo para chegar aos 40 anos e ele já traçou um caminho glorioso e frutífero. No seu trajeto cabe de célula-tronco a desenho animado, de bioengenharia tecidual a livro infantil, de medula óssea à produção de filmes.
Palmas a Alex Balduíno, cientista, maluco, sério, respeitado e reconhecido.

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Alex Balduíno. Foto: Acervo pessoal

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