Curtas. Ed. 184

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TRUMP NA PIOR
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump assumiu o cargo com índices de popularidade muito mais baixos que seus antecessores na Casa Branca, segundo pesquisas divulgadas. De acordo com uma pesquisa da emissora ABC e do jornal Washington Post, atualmente 40% dos americanos têm uma opinião “favorável” sobre Trump, frente a 54% que afirmam ter uma impressão “desfavorável” sobre o presidente eleito.

FACEBOOK QUEBRANDO JORNAIS
Uma pesquisa do Instituto Reuters com mais de 50 mil leitores em 26 países mostrou que 51% usam as redes sociais semanalmente como fontes de notícias e 12% dizem que as redes são as principais fontes de informação. No Brasil, os números sobem para 72% e 18%, respectivamente.

CARTEL DOS EMPREITEIROS
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica informou que as construtoras Andrade Gutierrez e UTC vão pagar R$ 195 milhões ao governo federal por formação de cartel em licitações investigadas na Operação Lava Jato. O cartel admitido pelas empresas foi em licitações da Petrobras e da Eletronuclear.

PÂNICO EM BRASÍLIA
Investigadores da Lava Jato trabalham com a previsão de que todo o conteúdo das delações da Odebrecht seja tornado público na primeira quinzena de fevereiro. A divulgação dos relatos de 77 delatores ligados à empresa causa apreensão no mundo político, que deve ser diretamente atingido pelas investigações. A expectativa de investigadores é de que o ministro Teori Zavascki, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, retire o sigilo dos cerca de 900 depoimentos tão logo as delações sejam homologadas.

CHANCE ZERO
O presidente Michel Temer afirmou em entrevista à agência de notícias Reuters, que há “chance zero” de que ele seja atingido pelas investigações realizadas pela Operação Lava Jato. “Nós não estamos preocupados”, disse Temer. “Não há a menor chance disto.” O presidente afirmou ainda considerar que os depoimentos de executivos e ex-executivos da Odebrecht – nas quais há a expectativa de que até 200 políticos sejam citados – não ajudam a “estabilidade”, mas que não causariam a paralisação da agenda legislativa ou divisões na coalizão governista.

PIOR QUE TÁ NÃO FICA
A projeção das Nações Unidas é de que o PIB brasileiro tenha uma expansão de apenas 0,6% em 2017. A taxa é a mais baixa entre todas as economias do G-20 e, no mundo, apenas a Síria, Venezuela, Guiné Equatorial, Equador e Trinidad e Tobago terão um desempenho mais fraco. Para 2018, a previsão é de uma expansão de 1,6%.

BRASIL QUEBRADO
A dificuldade para pagar salários e honrar compromissos já levou pelo menos 62 municípios a decretar estado de calamidade financeira desde o ano passado – sendo 32 deles apenas neste mês de janeiro –, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Com a medida, os prefeitos se livram temporariamente das punições previstas pelo descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Mas, na prática, os prefeitos têm visto o decreto de calamidade como meio de pressão por negociações de socorro, a exemplo dos acordos firmados pela União com Estados.

RECONSTRUINDO A CONSTRUÇÃO CIVIL
A terra arrasada deixada para trás pelos 13 anos de gestão petista começa a dar sinais de recuperação após as medidas de controle da economia adotadas pelo governo do presidente Michel Temer. Com a expectativa de que a taxa básica de juros (Selic) chegue a menos de 10% ao ano até o final de 2017, a construção civil espera gerar mais de 200 mil empregos neste ano, que foram perdidos em 2016.

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