Cinema. Ed. 187

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Scarface (1983)

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A Força do Poder é um filme de drama policial escrito por Oliver Stone. Estrelado por Al Pacino como Tony Montana, o remake do filme de 1932 de mesmo nome narra a história do refugiado cubano que se torna um líder do tráfico de drogas nos Estados Unidos. É considerado um dos longas mais violentos do cinema da década de 1980. As principais mensagens da crítica para o filme após seu lançamento foram os pontos de violência excessiva e linguagem considerada pesada por falar sobre drogas de forma escancarada. E também, moradores cubanos dos Estados Unidos consideraram a representação falsa, pois os ligava ao tráfico de drogas continuamente.
O filme que também estrela Mary Elizabeth Mastrantonio, Steven Bauer e Michelle Pfeiffer foi censurado em vários países. Mais tarde, uma reavaliação da crítica considerou Scarface um dos melhores filmes sobre máfia já feito.

Doutor Jivago (1965)

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O filme estadunidense de 1965 é um romance baseado no livro homônimo de 1956 de Boris Pasternak. Com o cenário da Revolução Russa (1917), Lara Antipova, enfermeira de classe baixa, enfrenta várias dificuldades em suas relações até se encontrar com Yuri Jivago, médico aristocrata. Ela se envolve com o amante secreto de sua mãe, que ao descobrir tenta se matar. Após isso se apaixona por um jovem revolucionário, PaschaStrelnikoff, namoram indo contra as vontades do amante da mãe. Jivago e Lara se encontram somente quando voluntários de Guerra. A aproximação é inevitável.
O longa foi indicado e premiado diversas vezes. Em 1966 ganhou Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino. No mesmo ano ganhou Melhor Filme no Globo de Ouro.

Johnny e June (2005)

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Este é um filme de gênero drama biográfico e musical baseado na vida de Johnny Cash, cantor lendário do country americano. Dirigido por James Mangold, com roteiro de Gil Dennis, WalktheLine mostra a ascensão do cantor até sua queda, quando passa a se envolver com drogas. Também relata sua infância em um sítio, onde vivia com seu pai e teve de lidar com a morte precoce do irmão. Após se consagrar como cantor, em um dos seus shows vai conhecer June Carter, também cantora e compositora. Os dois logo se apaixonam. O que ameaça a relação é o estilo de vida do cantor, um tanto fora do padrão.

O lançamento do filme aconteceu após a morte de Cash, no entanto, ele já sabia da existência da produção que leva o nome da sua famosa canção em inglês.

Frida (2002)

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Uma grande artista mexicana, talvez a maior, a mais ovacionada e estampada em todos os cantos, Frida não foi sempre assim, vista e aplaudida. Os que conhecem sua vida além do que hoje se vê sabem que sua existência não foi fácil. Mesmo com um clima favorável em sua volta para a criação, Frida Kahlo teve de lidar com suas limitações físicas, que levaram-na à morte. O longa de 2002, Frida, de JulieTaymor, foi uma adaptação do livro sobre a artista do autor Hayden Herrera, que demonstra todos os percalços e acertos da vida da artista.
Da adolescência até viagens de divulgação de sua arte; do caso controverso com Leon Trotsky ao casamento aberto e conturbado com Diego Rivera; da doença que a acompanha quase toda a vida à sua vontade de seguir em frente e pintar como se não houvesse amanhã, o filme biográfico mostra todas as facetas da artista mexicana, sejam elas de dor ou de amor. Mas uma coisa é certa, todas as faces são de inspiração e respiração artística. Talvez seja por isso que Frida persiste tão viva entre nós.

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