Todo som

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Dos 16 ao infinito. Esse é o período musical de Mateus Azevedo, um moço todo música, todo som. Baterista de vários estilos, começou inspirado no rock dos anos 1960 e 1970. Os Mutantes, Casa das Máquinas, O Terço, Secos e Molhados. Desses que tiram nossos pés do chão e fazem flutuar pensamentos. Continuou. Também já tocou violino e percussão. Não se contentou. Graduou-se em Musicoterapia, encontrando esse caminho que a música leva e acompanha não só Mateus, mas todos que vêem além do que se ouve. Los Diaños, Omundô, Jazz Cigano Quinteto, Os Transtornados do Ritmo Antigo. São os grupos que Mateus já tocou com sua presença e sua música. Nos dois últimos ele ainda permanece, não intacto e imutável, sempre a espera de novos horizontes e projetos contínuos. Já lançou CD com o Jazz Cigano e vinil com os Transtornados. Já dividiu experiências com Gabrielle Mirabassi, Itamar Collaço, Vittor Santos, Ludovic Beier e Yamandu Costa. Todos sons. Sem limites. Mateus é curitibano, é músico, é mais, mas agora e como quer, é todo som.

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