Prateleira. Ed. 190

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A estranha história

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Erich Von Däniken, nascido em 1935 na Suíça, pertence a um seleto grupo de autores de obras não fictícias que alcançaram sucesso. Desde o best-seller Eram os deuses astronautas? (1968) até a então obra A estranha história de Xixli e Yum, uma novela baseada em fatos reais, onde o autor conta a história de dois garotos do tempo dos maias que estão prestes a serem sacrificados.

A sombra do vento

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Uma Barcelona do século passado, correndo suas décadas de 30, 40 e 50. Diferente dos seus auges turísticos, alegres e com os olhos em Gaudí, mas vivendo dos fantasmas de um passado triste marcado pela guerra. Essa é a Barcelona que Carlos Ruiz Zafón, sucesso editorial espanhol, traz em seus livros. A sombra do vento, sua obra mais conhecida, foi lançada em 2001 e deu ao autor o reconhecimento mundial.

Irmandade

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A obra Irmandade de Newton Sampaio é considerada por muitos o início dos contos urbanos paranaenses. Autor de Contos do sertão paranaense (1939) e Algumas Vozes do Brasil, Newton já foi premiado pela Academia Brasileira de Letras e ganhou o Prêmio Contos e Fantasias em 1938. Médico, ensaísta e jornalista, Newton faleceu aos 24 anos de idade, mas deixou uma potente obra literária entre contos e novelas.

Correspondência

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Mário de Andrade e Tarsila do Amaral dispensam apresentações e qualquer descrição formal. Um grande escritor, uma grande artista. Dupla brasileira e modernista que por um tempo funcionou e viveu um romance digno de cartas publicadas. O livro Correspondência da editora Edusp traz ao público essas letras trocadas que ultrapassam fronteiras de amizade e sucumbem em amor.

Objetivo de nascença

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O relato de umas das piores secas ocorridas no Ceará é o assunto de O Quinze de Rachel de Queiroz, publicado quando a autora tinha apenas vinte anos. Um marco da literatura modernista brasileira, longe das características de escritores iniciantes, Queiroz alcançou seu espaço como autora com este livro. Estimulada desde muito nova à criação artística pela família abastada, Rachel logo conciliou o objetivo literário ao seu destino de vida.

Canções à Curitiba

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Tasso Azevedo da Silveira nasceu em Curitiba em 1895, mas logo foi para o Rio de Janeiro onde completou o curso de Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Nacional de Direito. De 1911 a 1913 fundou a revista Fanal, veículo que pertenceu ao movimento de vanguarda literário paranaense conhecido como Os novos ou Os novíssimos. Entre os diversos livros que escreveu Canções à Curitiba e outros poemas reúne versos livres e trechos de Tasso dedicados a sua cidade natal.

Da crítica ao clássico

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A fixação pela morte, o ultrarromantismo e os amores doentios são algumas das características da obra O morro dos ventos uivantes de Emily Brontë. Hoje visto como clássico da literatura mundial, outrora como imoral pelos críticos da época da publicação (1847). É o único livro publicado da autora que viveu reclusa diante dos costumes ingleses do período vitoriano e de sua família um tanto perturbada.

Diários de Morley

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Minha vida de menina da Helena Morley (pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant) foi escrito pela autora quando ela era ainda muito jovem, lá pelos 15 anos, entretanto, ela somente levou à publicação quando tinha mais de 60 anos. O tratamento literário do livro escapa o comum dos diários infantis, trazem reflexões sobre a sociedade brasileira em que viveu a autora a partir de crônicas bem formuladas. Um olhar de menina, uma escrita atemporal.

A descoberta de Foz

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José Maria de Brito, autor da narrativa que compõe A descoberta de Foz do Iguaçu e fundação da colônia militar, foi um sargento da Expedição Militar que em 1888 veio do Rio de Janeiro à Guarapuava com o objetivo de descobrir a foz do rio Iguaçu. E assim foi, em 1889, ele junto de seu departamento encontraram a fonte da foz. Em seguida escreveu a história que viveu e ajudou no alargamento do Brasil. A publicação desse relato é da Travessa dos Editores com apresentação de Fábio Campana e Beto Maciel.

Vozes de Collin

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“Abram bem os olhos. E os ouvidos. Este é um livro assim para ser lido com todos os sentidos.” É assim que começa Marcelino Freire a apresentar a obra Vozes num divertimento de Luci Collin, escritora paranaense atuante e talentosa. É preciso um aviso certeiro desses aos possíveis naufragantes leitores do conjunto de ideias de Collin. Ideias que inundam, complementam-se ao ser e ajudam a ir além. Com poesia, palavras bem orquestradas que só grandes fazem.

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