Alegria

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Seu apelido entre os amigos veio bem a calhar. Alegria. Assim o chamam na intimidade, longe da vida profissional. Ele está sempre sorrindo e sempre alegre, talvez seja por isso que o Bruno Scopel é o Alegria, não sei bem. Como psicólogo, com alguma licença poética ou psicológica, Alegria também calha. Os pacientes do Scopel são alunos acadêmicos, majoritariamente os futuros médicos, da Universidade Federal do Paraná do campus de Toledo e Palotina. Seu papel é o de “um promotor da saúde mental nesse ambiente acadêmico, que é totalmente competitivo e vaidoso”, afirma. A pouca idade dos alunos e distância da família também são fatores que pesam. “A maioria dos alunos entra aqui entre 17 e 20 anos, e nesse processo de desenvolvimento de maturidade e identidade, o aluno está inserido num contexto por vezes pouco acolhedor, além da cobrança de terminar um curso que não gosta ou coisa parecida. Sem contar que muitos são de fora, e só conseguem visitar a família uma ou duas vezes ao ano, portanto são jovens distantes de suas famílias e amigos”. O trabalho desenvolvido por Scopel é de fundamental importância para um bom percurso acadêmico e formação de um profissional equilibrado e satisfeito com o que faz. Sorte dos alunos em ter Scopel por perto, sensível ao outro e competente – passou seis meses a estudar em Portugal e conta com duas especializações no currículo. Mas sorte mesmo é quem tem o Alegria na convivência diária, que qualquer conversa é motivo de riso.

 

Crédito foto: Acervo pessoal

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