Muito prazer, Incrível Huck

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Loucura, loucura, loucura!

Estou aqui porque o mundo está enlouquecido com o meu novo personagem. Nos dias pares, sou presidenciável; nos ímpares, prefiro ficar nesse caldeirão de eleitores. Quem gostou faz barulho!!!

Para ninguém dizer que eu só fico nos estúdios, estou aqui para conversar um pouco, porque em televisão é tudo de mentira. Se o programa não estiver bom, finja que está. Pule, grite, assim você vai aparecer na telinha e ficar famoso. Aliás, quando eu cheguei na Globo, não sabia fazer TV. Aí, me chamaram e disseram: aqui você tem dois caminhos: ou para cima ou para fora.

Loucura, loucura, loucura!

Bicho, um tempo atrás, eu dei uma bola fora que me custou muita crítica. Mandei imprimir umas camisetas infantis com umas frases que foram mal interpretadas: “Vem ni min que eu tô facin”, “Me beija que eu sou carioca” e “Salvem as baleias que eu salvo a sereia”. Tive que tirar de circulação, porque a patrulha do politicamente correto estava ligada.

Outro rolo com estampas aconteceu naquela vez em que o jogador Daniel Alves comeu uma banana arremessada por torcida adversária e a hashtag “Somos todos macacos” se espalhou pelas redes sociais. Eu aproveitei o momento ‒ sou um homem de negócios ‒ e fiz camisetas. Me xingaram de oportunista, foi uma enxurrada de críticas. Loucura, loucura, loucura!

Outra vez rolou de eu me exibir por ter 10 milhões de fãs na minha página do Facebook. Fiz um print da tela do meu telefone. Quem nunca, né? Só que não me liguei que apareceu o símbolo da Vivo, de quem sou cliente. Mas o problema é que eu fazia propaganda da Tim pelo Brasil. Pegou mal, muito mal. Loucura, loucura, loucura!

Como vocês sabem, há alguns anos eu sempre vou de táxi. Não gosto de lata velha, não vou de carro novo, prefiro o táxi, hehehe, maravilhosa! Mas uma noite eu estava dirigindo e me pararam numa blitz. Foi ali, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Pediram meus documentos, apresentei. Pediram para eu fazer o teste do bafômetro. Loucura, loucura, loucura! Eu apoio amplamente a Operação Lei Seca e sei que ela vale para todos, mas não fiz o teste do bafômetro. Paguei a multa, pedi desculpas nas redes sociais e segui a vida. Porque o lance é este: quando as câmeras estão desligadas, cada um é responsável por sua história.

Agora, na categoria de presidenciável, eu espero contar com esse grande caldeirão brasileiro para poder ferver minhas ideias, sem muita pressa, mas também sem muita calma. Porque a vida é isso: loucura, loucura, loucura! Mas se minha angelical esposa achar melhor, eu renuncio à minha posição de candidato a candidato.

Quem gostou faz barulho!

Muito prazer, Incrível Huck!

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