Cláudia, a Polaquinha

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Cláudia Wasilewski. Claudinha. Diz o Vicente Ferreira que onde ela está há conflito. A verdade é que esta pequena notável, bonita, agitada, está sempre disposta a contestar o que tentam lhe impor e ela considera inaceitável. Mesmo que isso lhe custe emprego, posição, pecúnia. Digamos que ela detesta os consensos obtidos por conveniências discutíveis ou por ignorância. Enfim, nossa Claudinha é, antes de tudo, uma contestadora.

Não imaginem uma militante xiita. Ao contrário. Esta mulher libertária não entra em seitas. Não adota receitas políticas e detesta fundamentalismos. Claudinha tem uma cabeça privilegiada. Criativa. O que faz dela uma profissional de comunicação, especializada em redes sociais, de primeira grandeza. Saiu há pouco da vida pública, onde teve uma experiência muito rica, e enfrenta desafios novos no mercado.

Ela diz adorar a liberdade e detestar a covardia. Defende com unhas, dentes e língua afiada a livre expressão, combate desigualdades e é apaixonada pela vida. Ah, e odeia gente chata, mofada, preconceituosa.

Como se vê, tem uma forte identidade, que ela atribui em muito aos ascendentes polacos. Destes também herdou um gosto pela culinária. Sempre que pode reúne amigos e cozinha para eles. Com generosidade, outra qualidade intrínseca de Cláudia. Amigos fiéis, que ela ouve, guarda segredos e aconselha.

Sobre o futuro, pouco sabe. “Vivo um dia de cada vez e quando me deixam, em paz. Não vivo de interesses, o poder e os poderosos não me fascinam.” Já os poderosos ou a temem ou são fascinados por ela. Eu sou testemunha.

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