O inominado

O anão filósofo e ladrão – Parte I   Indiferente às lágrimas indecisas e tediosas da decorosa viúva e o sorriso mal disfarçado da encantadora e inconveniente amante, vulgar como toda mulher que troca a ambição pela avidez e sem qualquer estremecimento emotivo, eu observava o defunto: um advogado que ganhara a vida dialogando com gente desprezível e não teve […]

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O inominado

Permita-me não revelar meu nome, minha identidade é irrelevante e meus prazeres exigem discrição, não suporto curiosos. Além disso, a preservação de meus interesses e o instinto natural de conservação determinam cautela: a infâmia que cobre meus atos poderia trazer problemas e desagradáveis consequências ao indesejado investigador. Não me tomem por covarde, um homem só sabe se tem coragem quando […]

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