Paulo Sá Pinto em Curitiba

jensen-0-abre

Paulo Sá Pinto (1912-1991), mineiro radicado em São Paulo, comandava a Cinematográfica Sul Ltda, com grandes cinemas na capital paulista e a distribuidora Art Filmes, com filmes na maioria europeus, além de outros empreendimentos. De baixa estatura, era homem refinado, culto, elegante, falando várias línguas, mas principalmente muito dinâmico. Foi um dos líderes da cinematografia nos tempos em que o […]

Continue lendo »

Cinema de arte Riviera

jensen

Funcionou por aproximadamente sete anos, de 63/64 a meados de 1970. Porém foi um marco para os cinéfilos de Curitiba, pois vimos filmes japoneses, suecos, tchecos, e até russos, em plena censura da ditadura militar. Além da sua programação diária e em horários normais, aos sábados à tarde, o cinema reunia alguns grupos de cineclubistas. Havia as sessões do cineclube […]

Continue lendo »

Condições de exibição para filmes especiais

jensen 1

Alguns filmes vinham com recomendações ou exigências contratuais das distribuidoras. “Fantasia”, a pretensiosa obra de Walt Disney, de 1940, com a Philadelphia Orchestra, regida por Leopold Stokowski, provocou o temor de que não seria exibido por aqui, pois o sistema sonoro criado para o filme, o “Fantasound”, era caro e complicado, instalado em poucos cinemas americanos. Nas demais cidades do […]

Continue lendo »

Os cinejornais

canal-100-capa

Antes do advento da televisão, um público curioso para assistir a cenas políticas, sociais ou esportivas, de que só tinha lido, visto fotos ou ouvido no rádio, fez surgir o complemento nacional como parte inicial das sessões cinematográficas. Obrigatório a partir do Estado Novo de Getúlio nos anos 40, estendeu-se até o início dos anos 80, produzidos semanalmente. A lei […]

Continue lendo »

Emoções perdidas

cinema-179-jensen

Antigamente se usava a expressão “silver screen”, ou seja, tela prateada, para filmes em preto e branco, que vinham com emulsão ou banho de prata, melhorando muito o contraste e o brilho, que não eram comuns a todas as cópias, bem mais caras. Segundo os antigos, a projeção ficava maravilhosa, mas o tamanho das telas, hoje, é uma fração do […]

Continue lendo »

Cinema. Ed. 178

capa-cinema-178

Olympia (1938José Augusto Jensen Documentário épico sobre a 11ª Olimpíada da era moderna, de 1936, em Berlin. Concebido e editado por Leni Riefenstahl, a cineasta de Hitler, é considerado o mais comovente registro cinematográfico sobre o esporte e a competição física já produzido. Mais de 30 câmeras foram usadas, 400.000 metros de filme rodados, que somaram 250 horas. Seis meses […]

Continue lendo »

As distribuidoras cinematográficas

capa-jensen-177

Perto da Cinelândia curitibana, no início da rua Des. Ermelino de Leão, principalmente, situavam-se quase todas as filiais dos grandes estúdios que faziam a distribuição de seus filmes por estas bandas. Metro-Goldwin-Mayer, Columbia, Fox, Paramount, a Art Filmes, que aglomerava produções europeias, principalmente francesas, alemãs e italianas, a Rank inglesa, e outras. Atendiam todo o Paraná e Santa Catarina. Eram […]

Continue lendo »

Poeiras

capa-cinema-jensen-176

No coração da cinelândia curitibana, existiram dois cinemas populares, que faziam a alegria da gurizada nos anos 1930 e 1940, nas matinês de finais de semana, com seriados, “faroestes”, e toda sorte de filmes chamados “B”: o cine Broadway, na esquina da travessa Oliveira Belo com a Quinze de Novembro, e o Cine Odeon, onde hoje é a Galeria Tijucas. […]

Continue lendo »
1 2 3