Os céus de Corina Ferraz

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Ritmo, canção, cor, delicadeza. Assim é Corina Ferraz e sua obra. A artista, que estudou em colégios internos, trouxe a liturgia, o latim e o canto para sua vida. Transformou seu trabalho em poesia, a cor em imaginação. Corina vê a vida quando olha para o céu. Artista: compositora, pintora, cancioneira, poeta. Nas suas mais variadas formas, tem o que […]

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O viés oblíquo de Carina Weidle

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Carina Weidle cria no viés do erro, da imperfeição, do estranhamento. O ruído e o desconcerto provocam o questionamento, a reflexão, a ideia. Carina faz pensar. De modo oblíquo, profundo e crítico. A artista transpassa as zonas cômodas, as áreas escassas, inventa um silêncio. Revela, sobrepõe, dilata. Como diz o escritor italiano Antonio Tabucchi, “a arte tem uma maneira oblíqua […]

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O jardim de Rubinski

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O alemão Josef Rubinski e a russa Anna Nicolaiewna Beckmann se conheceram durante a Guerra e conseguiram comunicar-se graças à ajuda de uma intérprete. Casaram-se e vieram morar no Brasil, na capital paranaense, Curitiba. História que por si só valeria um capítulo à parte. Dessa união nasce Mario Rubinski, em 1933, e aí começa outra história. Considerado um dos mais […]

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Em busca da cor

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Uiara Bartira busca a cor, a forma, a incisão profunda, o que surge em meio ao caos. Atenta, percebe a mudança nos matizes do tempo, está sempre à frente dos sinais, das linhas que se formam com seus porquês. Começa com a gravura tendo grandes mestres como referência: Poty Lazzarotto, Guido Viaro, Fernando Calderari. Ressalta a tradição gráfica em Curitiba […]

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Memória à espera

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Qual o propósito de uma arte cujo exercício não me transforma? PAUL VALÉRY Com a questão proposta por Valéry, Nair Kremer nos diz tudo. Sua arte dialoga com o outro, com o que pode e deve ser extraído, com uma memória submersa, com os elementos que sempre estiveram ali – invisíveis – e quando estimulados ficam à tona. Nair faz […]

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A prerrogativa do sim

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Apagar-me, para que meus olhos possam acostumar-se com o escuro. Toco onde está a falta, a fala, o silêncio. Onde se forma o vazio, onde está a essência, onde se encontra a raiz dos sonhos. A origem da linguagem. Na matemática imprecisa dos gestos, a vontade de mergulhar no abissal mundo dos segredos profundos, do rasgo em que se ouve […]

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