Não haverá mais polacos?

– Polaco! O xingamento batia feito porrada. Sabíamos. – Negrada! A resposta vinha na fronteira do cuspo, no trecho da terra da Visconde Nácar, esquina com Saldanha Marinho, onde hoje, há o edifício Itália. Em jogo, mais que a cor, o sentimento súbito de dignidade ameaçada. – Negrada! Espumávamos de raiva na sala de jantar na pensão de muitos quartos, […]

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