A publicidade na Cinelândia curitibana

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No número 170 desta revista, abordei algumas promoções que gerentes de cinema, atuando como publicitários, movimentavam na principal avenida de Curitiba, além das fachadas e dos cartazes. Aqui vão mais algumas histórias. No início do cinema mudo em Curitiba, eram exibidos filmes curtos de um rolo (pouco mais de 10 minutos). Quando aparecia uma produção de dois rolos ou mais, […]

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Cinema nas alturas

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Pelo que se tem notícia, um filme foi exibido pela primeira vez num avião em 1921. Foi a bordo de um Aeromarine Airways anfíbio, deleitando seus 11 passageiros com um curta-metragem mudo, “Howdy Chicago”. O entretenimento, quando acontecia nessa época, era presencial e a música ao vivo tornou-se muito popular entre os passageiros americanos. O Dirigível Hinderburg alemão, de 1936, […]

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O “faroeste”*

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O menino Zito acordou cedo para ir ao cinema. Fazendo pequenos serviços aqui, ali, ou pedindo ao pai, contava seus trocados para uma farta matinê, ou no cine Broadway, ou no Odeon, e, poucos anos depois, no cine Curitiba, os chamados “poeiras” da capital paranaense. No programa, três filmes, ao menos dois faroestes, dois seriados, uma comédia curta, trailers, mais […]

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Os melhores do ano

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Aramis Millarch, curitibano nascido em 1943, foi um reconhecido jornalista especializado em música e cinema, além de outras ramificações artísticas. Atuou no jornal O Estado do Paraná e, em seus 32 anos de profissão, escreveu cerca de 50 mil artigos para mais de 20 periódicos. Produzia críticas orientativas, enaltecendo os bons filmes e esculhambando os apelativos. Lamentava quando um bom […]

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Os palácios do cinema*

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“Crepúsculo dos deuses” (Sunset Boulevard), filme dirigido por Billy Wilder, produção Paramount de 1950, ganhadora de três Oscars, roteiro brilhante do próprio Wilder e Charles Brackett, conta a história de Norma Desmond, uma ex-estrela do cinema mudo, vivida por Gloria Swanson – ela própria uma estrela da era muda. No elenco, Erich Von Strohein, na realidade também um diretor da […]

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