Poemas Grego

Pártenon Quem transformou o tempo em doce cântico de pedra? Bem: Calícrates, Ictinos, esses foram os deuses arquitetos. Suas colunas dóricas são quantas? São elas que sustentam na espádua mais que perfeita, a abóbada celeste. Cornijas, capitéis, plintos, volutas: se é bom sonhar é esse o sonho grego, sangue branco a fluir dentro do mármore. (Como suster o céu, sem […]

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Laís Pires. Ed. 215

Vamos nos despedindo do inverno e nos preparando para a primavera, sempre linda na nossa florida Curitiba, e aproveitando para enriquecer nosso intelecto com eventos culturais como esses que descrevo aqui: Eduardo Moreira e Miguel Falabella – II Conversarte Shopping Pátio Batel Piso L1 –  Avenida do Batel, 1868 – Batel Data do evento: 02/09/19 –  Abertura dos portões: 19:30h. […]

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Ode ao ritmo, em versos predominantemente arrítmicos

1 Adeus rima. Good bye métrica Arrivederci, formas obsoletas – camisas de força, invólucros, pacotes, recipientes, vasos, embrulhos para nada.   2 Ritmo. É isso o que é preciso: ritmo. Definitivamente, irmão, tudo é apenas uma questão filosófica de ritmo. Temos assim o ritmo da valsa, do tango, do samba, da rumba, do foxtrote neurótico ou do jazz que vem […]

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PANIS ET CIRCENCIS / AINDA É TEMPO / PÁSSARO LIVRE / JANELAS / SUBVERSIVA / MAESTROS DO PODER

Juliana Brandão nasceu em 12/01/1979 em Curitiba. Poeta e médica veterinária, já assinou seus textos como JB Rayanne e Rayanne Stec e diz que costuma não se dizer escritora, “sou um caminho para as incorporações da poesia”. Ser o caminho, ser o passo, ser o corpo que treina para chegar e sentir. Tentar ser poesia, não só a mão que […]

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A perenidade da arte

1 Ofício lúdico, exercício mágico: arte. Liturgia de assombro do homem precário, contingente, lutando para furtar-se ao império autocrático de Tanatos: arte. Relâmpago, rubrica divina que alguns médiuns eleitos riscam no in-folio do mundo: arte. Weltanschauung onírica: Cristalografia em flor do indescritível: arte. Projeção de tudo aquilo que, no homem, é ânsia de futuridade, apetência de beleza, fome de transcendência, […]

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“É profundamente triste nem o bom senso ser mais permitido ao cidadão comum”

O escritor português Valter Hugo Mãe esteve no Brasil para acompanhar a adaptação teatral de uma de suas obras e participar do festival literário de Araxá. Em entrevista, fala sobre a necessidade de um debate mais “respeitador” e de sua percepção atual do país, cenário de seu próximo romance   Valter Hugo Mãe é uma espécie de resumo bem-acabado da […]

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Lerner a Lerner

Foi Vinicius de Moraes quem, por um processo de divertida paródia, fez do sábado o dia da criação. Nada de descansos, nem modorras: júbilo, celebração. Ao ler as crônicas de Jaime Lerner (Quem cria, nasce todo dia, Travessa dos Editores, 2014, 212 páginas), fica ainda mais fácil de seguir esse preceito tão humano que nenhuma reunião ensina. Fernando Pessoa ambicionava […]

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