Prateleira. Ed. 173

Lygia no NobelA escritora Lygia Fagundes Telles foi indicada pela União Brasileira de Escritores (UBE) para concorrer ao Nobel de Literatura deste ano. Seu nome foi encaminhado para a Academia Sueca por ser “a maior escritora brasileira viva” e por ter uma obra literária de qualidade “inquestionável”, de acordo com o presidente da UBE Durval de Noronha Goyos. A escritora […]

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Estreias tardias

Para os de hoje é inconcebível, mas filmes demoravam dois anos ou mais para chegar às telas curitibanas. E eram exibidos em uma sala, raramente duas, utilizando a mesma cópia com diferenças de horários. Os filmes eram negociados em pacotes, quase um ano depois de produzidos e com exclusividade para uma empresa exibidora. Isto gerava um tipo de filme e […]

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A cidade muda

Minha cidade está cada dia mais quieta. Não sei o que está acontecendo com ela. Nem um pio, nem um som. Minha sensação é que a cidade perdeu a voz. Não escuto mais nada, nem de bom, nem de ruim, só esse silêncio. Isso me incomoda muito. Prefiro uma cidade barulhenta, para o bem e para o mal. Não escuto […]

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Cinema. Ed. 173

Persona (1966)Fotos: Divulgação Há várias possíveis interpretações para o filme do diretor sueco Ingmar Bergman. A mais clara e escancarada, e talvez mais aceitável, é a intenção de mostrar as muitas facetas humanas presente em cada um, a conclusão um bocado óbvia vem da personagem Elisabeth Vogler (Liv Ullmann), uma atriz que após uma apresentação surta e passa a viver […]

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Homem, essa metamorfose ambulante

No decorrer de sua existência o homem tem sido uma verdadeira metamorfose ambulante, como muito bem disse o inesquecível Raul Seixas em sua canção. Muito necessárias, essas transformações constantes conferem-lhe uma capacidade de adaptação e resiliência frente ao desenvolvimento e cobranças de uma vida em sociedade. Foi assim desde os primórdios, passando por todos os períodos marcantes da história. Transformando-se, […]

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Música Erudita. Ed. 173

Arvo Pärt, o contemporâneo audível   A música erudita contemporânea na cabeça da maioria remete imediatamente para a música experimental dos anos 1950, 1960. E a reação comum é dizer “não gosto, não entendo, nada me diz”. A verdade é que os experimentalismos mais radicais são do gosto e do acervo dos próprios compositores, instrumentistas e estudiosos da música. Não […]

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