Paródias Poéticas #1

Eu perco amigos como quem posta
No Facebook, no Twitter.
Me dá unfollow se por agora
Estás revoltado e um pouco bitter

Meu post é burro. Por que não me calo?
Fotos de gatos… Corrente não…
Escrevo correndo. Nem sei o que falo.
Quero ser o popularzão.

E nestes textos tão mal-escritos,
Tanto fel da boca escorre
Fica em silêncio, ó maldito!
– Eu perco amigos como quem morre.

 

(Paródia do poema Desencanto, de Manuel Bandeira).

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