Hoje, 17 anos sem Jamil Snege

Hoje, nada me sensibiliza, nem a peste, nem os desatinos dessa figura grotesca que assumiu o comando do país. Acordei mergulhado em lembranças do Jamil Snege. Desde ontem, quando me toquei que em 16 de maio de 2003 perdemos o Turco. São 17 anos sem esse amigo que teve importância muito grande em minha vida.

Faz muita falta o Turco. Não só aos amigos. Jamil Snege produziu a literatura mais sofisticada que já se fez nesta área chuvosa do planeta. Ler seu livro “O jardim, a tempestade”, é uma fruição maravilhosa do texto preciso com o que construía seu universo de circunstâncias e personagens paradoxais. Hoje é dia de reler a obra do Turco e senti-lo próximo pela sua arte.

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