Viagem nas fronteiras da memória

Fábio Campana (1947-) nasceu em Foz do Iguaçu. Publicou Restos Mortais (1978) contos, No campo do inimigo (1981) contos, Paraíso em chamas (1994) poesia, O guardador de fantasmas (1996) romance, Todo o sangue (2004) prosa e poesia, O último dia de Cabeza de Vaca (2005) romance, As coisas simples (2019). Editou a revista Et Cetera. Atualmente edita a revista Ideias. […]

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Estreia de ‘Água Selvagens’

Lucio Gualtieri (Roberto Birindelli) é um ex policial argentino que agora trabalha como investigador. Cheio de problemas em sua vida pessoal, ele aceita um trabalho mediano para solucionar um crime qualquer cometido na tríplice fronteira. Porém, chegando lá, ele dá de cara com uma organização criminosa e acaba se metendo em uma trama de assassinatos, prostituição e tráfico de menores, […]

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Acupuntura como solução urbana

Com primoroso projeto gráfico e prefácio de Jan Gehl, chega ao mercado nova edição de obra marcante de Jaime Lerner O arquiteto e urbanista Jaime Lerner costuma dizer que uma cidade precisa ser uma estrutura integrada de vida, trabalho e mobilidade. Seu tecido deve ser permeável, flexível, leve e dinâmico, priorizando o bem viver no espaço urbano. Para alcançar isso, quem pensa a cidade deve ter visão de […]

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A cultura inculta

Há livros seminais que deveriam voltar ao centro dos debates. Um deles, que acabo de revisitar, é o de Allan Bloom, professor de História das Ideias na Universidade de Chicago, tradutor de Platão e Rousseau, que escreveu uma obra que é fundamental para entender nosso tempo de degradação cultural. “A Cultura Inculta” é um ensaio sobre o declínio da cultura […]

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Dez anos sem Wilson Bueno

Hoje, dez anos sem Wilson Bueno, um dos grandes nomes da literatura contemporânea, autor de Mar Paraguayo (1992) e Bolero’s Bar (reeditado em 2007 pela Travessa dos Editores). Contribuiu regularmente à revista Ideias. O texto que segue, o último que o editor Fabio Campana recebeu, mostra o talento de Wilson, o mais inventivo escritor que tínhamos nesta área do planeta. […]

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Jamil Snege: Criador e criatura de um itinerário nonsense

Sem compromissos cronológicos, visões — de 1960 a 2003 — de momentos para sempre memoráveis sobre aquele que só quis ser o que foi: paranaense, provinciano, universal, iconoclasta, underground (ou avant-garde?), crítico de seu tempo, cronista, contista, sociólogo, marquetólogo, publicitário, modelador de políticos, homem de espírito, amigo, genioso, genial, “pão-duro”, generoso. Enfim, o Jamil, acima e além da crítica literária. […]

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