Música Erudita. Ed. 169

    Abrir a mente e os ouvidosVicente Ferreira   A absoluta maioria das pessoas percebe a música erudita como algo de uma complexidade tamanha que parece ser inalcançável. Não temos educação musical. O gigantesco esforço mal orientado feito pelos neófitos tenta compreender todas as suas distintas características isoladamente, sua sintonia e sincronia, harmonia, matemática e expressões que elevam o […]

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Nos palcos da cinelândia curitibana

Com a inauguração do grande auditório do Teatro Guaíra apenas em dezembro de 1974, Curitiba ficou, desde a demolição do antigo em 1939, sem um grande auditório. Por 45 anos este vácuo cultural foi preenchido pelos empresários que exploravam os cines-teatro, principalmente o Avenida e o Palácio, notadamente nos anos 1940 e início dos 1950. Cada um contratava determinada companhia […]

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Música Erudita. Ed. 166 – Villa-Lobos e o cinema

Floresta do Amazonas Esta peça tem origem num filme que estava sendo produzido pela Metro-Goldwin-Mayer em 1959: “Green mansions”, no Brasil, “A flor que não morreu”. É a história da bela nativa (Audrey Hepburn) proibida pelas divindades da selva de trocar seu santuário amazônico pelo amor de um moço civilizado (Antony Perkins). Direção de Mel Ferrer. O maestro e compositor […]

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Cinelândia curitibana

Toda cidade, pequena ou grande, tinha um ou mais cinemas em sua rua principal. Curitiba tinha a sua chamada Cinelândia, que ia da Praça Osório até a rua Doutor Muricy e arredores. Boas e elegantes lojas; cafés e confeitarias completavam o espaço para conversas, ver e ser visto. A demanda pelos filmes era grande e algumas salas para exibi-los, enormes […]

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